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Sexta-feira, 18 Maio 2012

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Sindicato pede a interdição da plataforma P-35 PDF Imprimir E-mail
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Petróleo e gás
Qua, 08 de Setembro de 2010 07:51

O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro NF) entrou com pedido de interdição da plataforma P-35 da Petrobras, na Bacia de Campos, ao Ministério Público do Trabalho (MPT), na última sexta-feira.

A situação de conservação e de segurança da plataforma está sendo investigada pelos procuradores de Cabo Frio, que já instauraram inquérito para apurar as denúncias de falta de segurança feitas pelo sindicato nas plataformas P-35, P-31 – apelidada pelos trabalhadores de sucatão – e na P-33. Esta última está interditada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) desde o dia 12 de agosto.

Diante da denúncia de que dois trabalhadores se acidentaram em menos de 15 dias na plataforma e de que ainda houve um vazamento de gás, o MPT pediu que a Petrobras preste esclarecimentos sobre os acidentes aos procuradores até amanhã.

Pelo relato do sindicato, um gerente caiu de uma escada e quebrou o braço em dois lugares, justamente quando fazia uma auditoria interna sobre as condições de segurança. Mas a Petrobras afirmou, em nota, “que a escada possui boas condições de conservação, corrimão e bordas antiderrapantes em todos os degraus”. E que o funcionário se desequilibrou no penúltimo degrau e teve que imobilizar o ombro.

O sindicato denunciou que outro trabalhador, esse terceirizado, teve fratura exposta na perna, quando uma porta de aproximadamente 250 quilos caiu sobre ele. A Petrobras disse que a porta estava em perfeito estado de conservação e que houve uma “pequena falha de montagem” que provocou o “desprendimento de uma porta corrediça localizada na entrada do almoxarifado”.

Em julho último, houve uma explosão sem feridos na P-33, que levou à interdição de alguns equipamentos da plataforma pelos auditores fiscais do Trabalho. Alguns dias depois, a plataforma foi interditada pela ANP.

Capitalização da estatal custará R$ 505 milhões

A maior operação de emissão de ações da história vai custar à Petrobras R$ 505 milhões. Esse é o cálculo feito pela estatal para os gastos com a contratação de bancos coordenadores, auditores e advogados, além das taxas e impostos que incidirão sobre o processo. A Petrobrás espera captar pelo menos R$ 128 bilhões. Enquanto 68% das receitas deverão ser usadas para a compra de reservas do pré-sal, 32% serão destinadas para investimentos. Ao todo, 18 bancos foram contratados para coordenar a operação.

Fonte: A Gazeta (ES) Vitória

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