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Aneel licita linhas e subestações PDF Imprimir E-mail
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Eletricidade
Qui, 02 de Setembro de 2010 06:53

Empreendimentos no CE, RN e BA vão permitir inserção de energia eólica na matriz energética nacional

A construção e operação de nova subestação de energia e mais uma linha de transmissão no Ceará será licitada amanhã pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), às 10h, na BM&FBovespa, em São Paulo.

Os empreendimentos vão atender os municípios de Sobral, Santana do Acaraú, Morrinhos, Marco, Bela Cruz e Acaraú, em região com capacidade reduzida de redes de transmissão e de subtransmissão.

A agência prevê receita anual permitida máxima de R$ 7,1 milhões, a criação de 400 empregos diretos e entrada em operação comercial em 18 meses. A linha de transmissão Sobral III-Acaraú II terá 97 quilômetros e a subestação Acaraú II terá potência de 200 MVA (MegaVoltAmpere).

No total, serão licitados três lotes compostos por cinco linhas de transmissão, com 501 quilômetros e quatro subesta-ções, com previsão de investimentos da ordem de R$ 300 milhões e geração de 2.150 empregos diretos.

Os empreendimentos estão previstos no Programa de Expansão da Transmissão elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e foram avaliados, por sua viabilidade técnica e econômica, como a melhor alternativa para inserção das Centrais Geradoras Eólicas habilitadas no Leilão de Energia de Reserva, em dezembro de 2009.

O lote A vai licitar as linhas de transmissão Paraíso-Açu II, de 123 km, Açu II-Mossoró, de 69 km, Extremoz II-João Câmara, de 82 km, a subestação Extremoz II, de 15 km, e a subestação João Câmara, de 360 MVA. Todas no Rio Grande do Norte. A receita anual permitida máxima é de cerca de R$ 21,7 milhões. A estimativa é de geração de 1.200 empregos diretos. Segundo a Aneel, "futuramente, a nova subestação Extremoz II proporcionará um novo ponto de atendimento à crescente demanda de energia elétrica na região metropolitana de Natal".

O lote B beneficia a Bahia com a linha de transmissão Igaporã - Bom Jesus da Lapa II, de 115 km, e a subestação Igaporã de 300 MVA. A receita anual permitida máxima é de R$ 10,2 milhões. A estimativa é de 550 empregos diretos.

Fonte:Diário do Nordeste (CE)

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