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Eletricidade
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Ter, 11 de Outubro de 2011 09:54 |
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A americana Terex anunciou ontem a compra do controle da Ritz, fabricante mineira de equipamentos para construção e manutenção de linhas de energia.
O valor da transação não foi divulgado, assim como a fatia de capital que a Terex está assumindo no negócio. Por outro lado, a companhia adiantou que a meta é dobrar o tamanho da Ritz em um prazo de quatro a cinco anos.
Gustavo Faria, diretor da Terex escalado para comandar a integração da Ritz, diz que as conversas começaram há cerca de dois anos, quando o grupo mineiro começou a distribuir os produtos da companhia de origem americana.
Segundo o executivo, os negócios da Ritz complementam as operações da Terex no mercado brasileiro, agregando ao portfólio as ferramentas e soluções para trabalhos em linhas de energia e materiais isolantes.
Em nota divulgada à imprensa, a Terex destacou que a operação maximiza a presença global das duas companhias num mercado em crescimento. Diz também que o negócio melhora o acesso da Ritz à distribuição de peças e suporte em pós-venda.
A empresa brasileira tem sua unidade industrial instalada no município de Betim e emprega aproximadamente 700 funcionários. Ela atende a concessionárias de energia elétrica instaladas no país, além de exportar para cerca de 60 países.
Jacob Thomas, presidente da Terex na América Latina, afirmou em nota que a transação permitirá o crescimento tanto da base de clientes quanto de canais de parcerias e portfólio de produtos do grupo, além de expandir sua capacidade de manufatura.
Emil Ritz Jr - da família fundadora da Ritz - segue no negócio como presidente-diretor. Na mesma nota, ele diz que a empresa, com a transação, vai se beneficiar do conhecimento e experiência de um dos maiores grupos de equipamentos e maquinário para construção e infraestrutura do mundo.
Com sua atuação centrada nas indústrias de construção e infraestrutura, a operação da multinacional na América Latina está instalada em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. A filial deve registrar receita de US$ 120 milhões no segmento de guindastes em 2011, informa Faria. Já na divisão de plataformas aéreas de trabalho, são esperadas vendas ao redor de US$ 150 milhões, diz o diretor. (EL)
Fonte: Valor Econômico/Por De São Paulo
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