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Empresa lança obras de usina de etanol em Rio Pardo PDF Imprimir E-mail
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Energias alternativas
Qua, 16 de Junho de 2010 22:17

Na manhã desta terça-feira, a prefeitura de Rio Pardo assinou o protocolo de intenções da empresa Via Vida Biocombustíveis S/A para construção de uma usina de etanol. Em entrevista à Rádio Gazeta AM, a governadora Yeda afirmou que o empreendimento de mais de R$ 90 milhões fortalece o Rio Grande do Sul como polo nacional do biocombustível. Conforme informações do site do Governo do Estado, em dois anos, a usina irá produzir 180 mil litros/dia - ou 35 milhões de litros/safra de etanol. A empresa ainda abrigará uma usina para produção de 1,3 megawatts de energia, com o uso do bagaço da cana e da casca de arroz, entre outros subprodutos.
Em uma área de quatro mil hectares, a unidade industrial que produzirá etanol estará localizada no distrito de Bexiga, interior do município. "Nós dependemos 100% do combustível álcool para os nossos veículos e a usina de etanol já nos faz caminhar para a autosuficiência em combustível", avaliou a governadora durante entrevista à Rádio Gazeta AM.
ERS-403
O reinicio das obras da ERS-403, que liga Rio Pardo com Cachoeira do Sul, divididos em dois lotes, já ocorreu. A governadora prometeu que nos próximos dias deve vir ao município oficializar a obra. A pavimentação, que abrange 62 quilômetros, é esperada há 40 anos pela comunidade local. Na entrevista, Yeda salientou o aumento da criação de recursos para obras asfálticas no seu governo. "Só neste ano foram R$ 1 bilhão em asfalto. Em estradas novas, estradas reestruturadas e estradas duplicadas", afirma.
Sobre a conclusão da RSC-471, Yeda destacou que esta é a obra com o custo mais elevado. "A 471 nos custa R$ 250 milhões entre ano passado e este ano, é a obra mais cara que nós temos e também a que mais transforma todo o Rio Grande do Sul, a partir do norte até o porto de Rio Grande. O que adianta ter a 471 se não tem acesso asfáltico que nos leve até a 471, a partir das comunidades?", questiona. “Asfalto é sempre a boa notícia para as comunidades que esperaram 20 anos, 30 anos, 40 anos pela obra”.
No entanto, Yeda admite que para um Estado produtor como o Rio Grande do Sul, a logística precisa ser compatibilizada com outras obras que abrangem o transporte aéreo, fluvial, ferroviário e rodoviário. “Logística é isso. É somar e articular todas as formas de transporte mais serem mais barato, mais eficiente e para que dê competitividade para o Rio Grande do Sul disputar mercado com outros estados."

Fonte:GAZ

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