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Investimentos de R$ 1,6 bilhão, 1,2 vagas de trabalho na fase de construção e outras 4,7 mil vagas após o ínicio da operação. Será nesta quarta-feira (7), em Treviso, 20 km de Criciúma, a apresentação oficial da Usina Termelétrica Sul Catarinense (Usitesc), projeto que deve dar novo alento à economia da região carbonífera. O empreendimento, que começa a ser construído em 2011 e receberá investimentos de R$ 1,6 bilhão, garantirá demanda anual de 2,5 milhões de toneladas de carvão (as vendas totais do setor em 2008 foram de 3,18 milhões de toneladas) e a criação de 1,2 mil postos de trabalho na fase de construção e 4,7 mil vagas quando entrar em operação. Os recursos para o projeto vêm de fundos de investimentos e das Carboníferas Criciúma e Metropolitana. A Usitesc terá capacidade instalada de 440 MW e utilizará tecnologia CFB (Leito Fluidizado) que permite a queima associada de carvão de baixa qualidade, resíduos e calcário, com redução de mais de 90% nas emissões atmosféricas. E os resíduos do processo, em vez de serem descartados, seguirão para usos mais nobres. A cinza será utilizada como insumo para fábricas de cimento e como corretivo de solos. Para ajudar a preparar a cidade para a expansão econômica que certamente virá no rastro do projeto, os responsáveis pelo empreendimento vão investir R$ 10,8 milhões em ações sociais (programas educacionais e de saúde pública) no município. Outros R$ 6,7 milhões serão destinados à Reserva Biológica Estadual do Aguaí. Para o presidente da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), Murilo Flores, o investimento na Reserva será muito importante para o desenvolvimento do chamado turismo de natureza, que pode representar mais uma atividade econômica para a região. (Fonte: Investimentos de R$ 1,6 bilhão, 1,2 vagas de trabalho na fase de construção e outras 4,7 mil vagas após o ínicio da operação. Será nesta quarta-feira (7), em Treviso, 20 km de Criciúma, a apresentação oficial da Usina Termelétrica Sul Catarinense (Usitesc), projeto que deve dar novo alento à economia da região carbonífera. O empreendimento, que começa a ser construído em 2011 e receberá investimentos de R$ 1,6 bilhão, garantirá demanda anual de 2,5 milhões de toneladas de carvão (as vendas totais do setor em 2008 foram de 3,18 milhões de toneladas) e a criação de 1,2 mil postos de trabalho na fase de construção e 4,7 mil vagas quando entrar em operação. Os recursos para o projeto vêm de fundos de investimentos e das Carboníferas Criciúma e Metropolitana. A Usitesc terá capacidade instalada de 440 MW e utilizará tecnologia CFB (Leito Fluidizado) que permite a queima associada de carvão de baixa qualidade, resíduos e calcário, com redução de mais de 90% nas emissões atmosféricas. E os resíduos do processo, em vez de serem descartados, seguirão para usos mais nobres. A cinza será utilizada como insumo para fábricas de cimento e como corretivo de solos. Para ajudar a preparar a cidade para a expansão econômica que certamente virá no rastro do projeto, os responsáveis pelo empreendimento vão investir R$ 10,8 milhões em ações sociais (programas educacionais e de saúde pública) no município. Outros R$ 6,7 milhões serão destinados à Reserva Biológica Estadual do Aguaí. Para o presidente da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), Murilo Flores, o investimento na Reserva será muito importante para o desenvolvimento do chamado turismo de natureza, que pode representar mais uma atividade econômica para a região.
(Fonte: Rádio Criciuma/Debora Almada)
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