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Dois consórcios seguem na disputa por serviços de Angra 3 PDF Imprimir E-mail
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Energias alternativas
Qua, 25 de Janeiro de 2012 22:13

Os consórcios UNA 3 (Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht, Camargo Correa e UTC Engenharia) e Angra 3 (Queiroz Galvão, EBE e Techint) seguem na disputa pela prestação de serviços na usina nuclear.

A Eletrobras Eletronuclear concluiu a análise da documentação de habilitação das empresas interessadas na concorrência da montagem eletromecânica da usina nuclear Angra 3.

Dos quatro consórcios e uma empresa inscritos, apenas dois grupos permanecem na disputa e foram habilitados para a segunda etapa da licitação, cujo orçamento está estimado em R$ 1,93 bilhão.

As licitantes habilitadas na primeira etapa foram: os consórcios UNA 3 (formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht, Camargo Correa e UTC Engenharia) e Angra 3 (formado pelas empresas Queiroz Galvão, EBE e Techint).

Já os consórcios Construcap-Orteng e Itaorna (OAS e Sog Óleo e Gás), além da empresa Skanska Brasil, que disputava sozinha, não foram considerados habilitados em nenhum dos pacotes de serviços do edital de pré-qualificação.

A maior parte das atividades previstas em contrato deverá ser executada em 30 meses. Porém, o documento prevê um período total de 58 meses, pois também será necessário contar com as empresas prestadoras de serviços nas fases de comissionamento, testes de potência da usina e operação inicial da unidade.

A próxima etapa do processo, na qual serão abertos os envelopes com as linhas metodológicas para a execução dos serviços, está prevista para ser realizada no dia 27 de fevereiro. Haverá ainda uma última fase, na qual somente as empresas pré-qualificadas serão convidadas a apresentar suas propostas de preços.

A expectativa da Eletronuclear é que o consórcio vencedor inicie suas atividades no canteiro de obras em maio deste ano.

Angra 3 terá 1.405 megawatts de potência e está prevista para entrar em operação em dezembro de 2015.

A usina será capaz de gerar mais de 10 milhões de MWh anuais, energia suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante um ano inteiro.

Fonte: Brasil Econômico

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